segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Devaneios Mentais na busca pela felicidade...


Seja bem-vindo!

O NETOIN! Mais! lhe faz um convite muito singelo e sucinto. A chamada da vez é para um texto que se faz carregar por muito drama emocional, onde várias temáticas se fazem nele misturar. Questões como o abandono familiar, o primeiro amor e a adoção são aqui tratados de uma forma límpida e direta.

Você conhecerá a história de uma garotinha chamada Amy, que vive em um hospital. Ela é vítima de uma doença rara e muito grave, que poderá lhe causar muitos problemas. O aparecimento de um rapaz poderá transformar a sua vida em algo mais humano e prazeroso, na medida que seu tempo na Terra vai ficando cada vez mais curto.

Aqui se fará disponível o primeiro capítulo para que você leia e pondere. Os outros quatro capítulos estarão disponíveis no link para download, ao término do texto, aso seja de seu interesse a continuidade de leitura deste conto. Sinta-se à vontade e opine na área de comentários deste blog.

Segure as suas emoções e apaixone-se pela pequena Amy você também.


#7 - Os momentos felizes de Amy

 Uma garotinha, seu único amigo e um destino em mãos...

 

Ato #1 - A menina solitária...

Um hospital frio e gélido de uma grande cidade. Lugar pouco convidativo para passeios, visitas e outras atividades. Todo branco como as cortinas que tremulavam sob a força do vento nas janelas em que estavam penduradas. O cheiro de limpeza contracenava totalmente com aquele ambiente tão quieto, silencioso e sem a mínima graça.

Em meio a tantos corredores e portas, existiam vários quartos. Neles haviam pessoas: homens, mulheres e crianças. Todos ali estavam por alguma razão. Uma doença grave, uma gravidez, um mal-estar momentâneo. O certo era dizer que ninguém estava ali porque queria. Nem poderiam fazê-lo, pois aquele hospital não dava o mínimo sinal de ser um lugar alegre, de risadas ou de muitas comemorações.

Em um destes quartos estava uma garota. Uma pequena e jovem mocinha. Com os seus um metro e cinquenta e seis de altura, cabelos curtos na altura do pescoço e perto de completar treze anos de vida, esta frágil pessoa gozava de uma experiência nada prazerosa em sua vida. Sendo vítima de uma doença fatal, ela imaginava que não teria salvação por algumas razões bem especiais...

Fazia exatos dez dias que ninguém de sua família aparecia para vê-la. Seu pai era um homem que vivia viajando à trabalho. A mãe desta garotinha era uma pessoa muito negativista que, ao saber do médico sobre o estado de sua única filha, preferiu largá-la a própria sorte no hospital. Queria evitar sofrer, mesmo que para isso não mais fosse dar um simples olá para a sua rebenta única...

Esta menina ficava sempre quieta. Falava pouco e tossia bastante, mas era bem comportada. Os funcionários do hospital a “adotaram” sentimentalmente. Não gostavam de ver a garotinha com aquele olhar tão frio em sua face. Sempre ficavam imaginando o que se passava na cabeça daquela pequena criança.

Amy era o nome da menina. Tudo que ela fazia, dia após dia, era variar o seu tempo entre ficar deitada na cama, receber a visita periódica dos médicos e ficar observando a janela que, por uma infeliz coincidência do destino, dava de frente para uma grande praça pública. Por sinal, a garotinha sempre ficava à imaginar como seria bom poder brincar novamente, pois via outras pessoas de sua idade se divertindo alegremente, enquanto ela ficava presa naquele quarto de hospital...

Era uma menina muito forte. Não se deixava levar nunca levar pela sua triste condição. Chorar não era com ela, muito pelo contrário: outras pessoas é que derramavam lágrimas ao ver a pequena Amy naquele estado, abandonada pela família e largada sem saber o que seria dela mesma nos dias seguintes.

Quando ia dormir, Amy sonhava com festas de aniversário. Queria poder brincar na neve. Visitar os amigos de escola. Receber carinhosos afagos de seus pais. Nem assim ela chorava. A Amy, na plenitude de sua inocência, buscava viver a sua vida da melhor forma que podia. Ao menos tentava.

Um dia em que o Sol raiou pela janela do quarto de Amy...

A garotinha estava desenhando, sentada em sua cama e batendo os pés. Era um dócil momento de descontração para Amy. Entre uma pintura aqui e um desenho ali, ficava idealizando aquilo que seria, para ela, o mundo ideal. Muitas árvores, pássaros cantando alegremente, pessoas passeando e aproveitando o poder magnífico da mãe natureza, entre tantas outras coisas...

Um ruído desconcentrou a pequena Amy. Sorrateiramente, alguém havia começado a abrir a porta de seu quarto. A menina apenas ergueu a sua cabeça e, com aquele olhar já conhecido, viu uma pessoa entrar bem devagar.

Alguém que ela nunca havia visto em toda a sua vida...

* CONTINUA... *

Para ler o restante do conto, faça o download do arquivo no formato PDF


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3 comentários:

  1. Carlírio! Acho que essa temática ficou a melhor até aqui. Não sei quantos atos pretende fazer mas, com um texto pequeno para cada, assim não cansa a ponto de deixar para trás detalhes, como o comprimento do cabelo da garota, sua altura, sua idade...

    Percebe-se que virá uma história cativante ao ponto em que é algo completamente simples, quase banal. Excelente mesmo, parabéns!

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  2. Saudações


    Caetano, este conto na verdade está finalizado. O arquivo para download contém o 1º ato mais os outros 4 que o complementam. Chegou à vê-los?

    Serei sincero: chorei ao refazer o final deste conto. Sim, me emocionei com o que escrevia. Me senti um crápula irracional, livre de qualquer sentimento, ao fazer com que uma personagem sofresse tanto e tanto. E ainda escutando as músicas que tanto gosto quando estou na escrita...

    Confesso para ti que, por muitos minutos, me odiei.

    Mas vi um lado positivo imenso nisto tudo. Se consegui ficar absorto com a minha própria história, então significa que a melhora gradual está realmente surgindo. Isto me deixa muito contente pois, se ao escrever um conto eu não conseguir atingir à mim mesmo, como poderei pensar em atingir/cativar o leitor da obra?

    Para se pensar, não!?

    Grato por suas palavras, Caetano. Sempre valorosas. Críticas, elogios, sugestões: é tudo muito bem-vindo para mim.^^


    Até mais!

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  3. Opa! Poxa, nem tinha visto os downloads, rsrs. Vou baixar, sim, ler e depois voltar para responder melhor esse comentário. Até!

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