terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Uma Jornada pelo Item Maravilhoso [Capítulo #17]

A chamada oficial.

[capítulo anterior: aqui]

Todos olharam com grande estranheza para a Bynha, logo após a mesma ter dito que o ilustre visitante conhecido como "Ele" havia chegado ao escritório do Dighin. Mas ela havia dito tal coisa tão na inocência que a Lady A respirou fundo, olhou com tranquilidade para a sua amiga e disse aquilo que ela precisava ouvir naquele momento.

- Bynha, te respeito muito. Você é minha amiga. Te admiro demais. Mas deixe de loucuras e aprenda a pensar antes de falar , por favor! - esbravejou a Lady A
- Whooooaaaaa!!!! - respondeu a Bynha

Após o susto repentino, o ilustre convidado direcionou as suas atenções para o Dighin. A expressão facial de "Ele" não era das mais confiáveis. Ele estava nervoso. Por sua vez, o dono daquele escritório não se encontrava muito distante disto e também já se preparava dentro de suas possibilidades.

- Então... Não há mais como adiar a disputa? - disse Dighin para "Ele"
- Não, não tem como. - respondeu-lhe o ilustre o convidado
- Por que agora? Qual o real motivo disto?
- Um tal de Pigmorim apareceu em nossa sede e falou de uma tal de Erica que se encontrava aqui e que ela estaria sob seus cuidados... Parece que ele não mentiu...
- Hum... Sei, sei... A Erica está ali, ao lado da Lady A e da Bynha.

Após ter apontado para a heroína de outro mundo, o Dighin olhou para ela com grande seriedade. A própria Erica ficou estática, sem ação, não sabendo o que fazer apropriadamente. Com isso, "Ele" começou a se aproximar da garota.

Entretanto, "Ele" não contava com a aproximação da Lady A que de alguma forma estava pressentindo um grande perigo vindo do ilustre convidado. Ela interveio com força e muito vigor.

- Para trás! - a Lady A, com seu kimono multi colorido, entrou em modo de combate e prosseguiu com a sua fala - Não se aproxime da Erica, seu troglodita!
- Eu? Um troglodita? Não... Eu sou quase um deus! - lhe respondeu "Ele"
- Ora essa, quanta auto-confiança, não? Me desculpe então senhor deus, mas eu não fazia ideia que tu viria até aqui para conversar com a plebe.
- E não vim para conversar com a plebe. Só quero acertar minhas contas com o Dighin. E será na frente desta tal de Erica.
- O quê? Como ousa seu infame!!! - a Lady A, nervosa, começou a concentrar o seu poder que era possível de sentir por uma aura que envolvia seu corpo - Vou repetir: não ouse chegar perto da Erica!!!!
- Quer me enfrentar? Interessante. Mostre-me a valia de uma guerreira com o kimono de várias cores e uma bola de cristal sem wi-fi! Agora!!!!
- Você pediu e você terá!!!!!

Nisto, "Ele" e Lady A ficaram parados frente a frente. A Erica não se movia, nem nada falava. O Dighin agia de igual forma, muito embora ele não concordasse com o que estava vendo. Muito menos com o que iria ocorrer.

- Tome... Cuidado... - disse a Erica para a Lady A
- ... - sorriu a Lady A para a Erica

O alento da Erica tinha razão de ser. Na frente da Lady A estava um homem muito grande, que emanava um poder avassalador vindo de seu corpo. Seu óculos brilhava a cada respiração ofegante e era possível ouvir os músculos de "Ele" se contorcendo com muita ferocidade. 

A Lady A presumiu ter energizado poder o suficiente à partir de sua bola de cristal (modelo sem wi-fi) para o seu corpo e, com isso, resolveu partir para o ataque.

- Yaaaaaaaayyyyyy! - gritou a Lady A ao se aproximar um pouco de seu adversário.

Com um singelo gesto de sua mão direita, uma grande massa de fogo ali surgiu. Ela concentrou uma quantidade muito maior do que a usada na última ocasião, quando do ataque surpresa da Bethin e da Nanozaki.

O escritório de Dighin se envolveu pela cor vermelha (com leves detalhes em amarelo). A Lady A olhou com fúria para "Ele", que não movia um músculo sequer. O pior de tudo é que nem era sinal de desprezo a ação do ilustre convidado para/com a guerreira, mas sim uma amostra visual de que ela (na visão dele) não tinha como derrotá-lo.

[kiiitttaaaaaa!!!!!]

Após tal chamada, a Lady A lançou o seu incrível poder com tudo em "Ele". A rajada de força foi grande o bastante para assustar à todos naquele escritório.

- Ueeeeeebbbbbbaaaaa!!! - gritou maravilhada a Bynha, ao ver tal rajada de poder
- O que é isso? - perguntou surpresa a Erica
- (meu escritório não...) - lamentava em seus pensamentos o Dighin

A Lady A continuava em sua posição de ataque e mandando a grande rajada de poder na direção de "Ele", que não se moveu um centímetro e recebeu frontalmente tal energia de sua adversária.

- Há! (puf! puf!) Já chega, não? - e a Lady A fechou a mão, após ter dito isto para "Ele"

Eis que "Ele", com muita fumaça em seu corpo por causa de tal ataque, olhou fixadamente para a Lady A. Após isso ele abriu os braços e, com um breve movimento, tirou a fumaça de seu corpo, fato este que espantou à todos naquele escritório.

- O quê? - disse espantada e exausta a Lady A

Dighin olhou com negação para "Ele". Aparentemente, o ilustre convidado sabia o que teria de fazer naquele momento. E o fez, com toda a oportunidade que foi concedida graças à sua oponente.

- Lady A... Você não é fraca... Mas lhe direi apenas agora: para mim, seu ataque não representou quase que nenhum perigo!
- O quê??? - a Lady A disse isto e foi interrompida por um soco

Mas não se tratou de um soco qualquer. O golpe dado por "Ele" foi a uma relativa distância. O que atingiu em cheio a Lady A foi o vento propiciado pelo movimento do ilustre convidado. Graças a isso, a Lady A foi jogada com muita brutalidade contra a parede, fazendo com que ela se remoesse totalmente, com uma expressão facial de grande dor.

- Lady A!!!!! - gritou com muita intensidade a Erica

Todos ficaram olhando para aquela cena. A Lady A desacordada no chão. "Ele" se mover de onde estava. Dighin analisando tudo ao longe. E a Erica chorando e lamentando com sua amiga no colo.

A Erica olhou com muita fúria e lágrimas para "Ele".

- Por quê você fez isto? Seu monstro! - gritou com intensidade a Erica, dirigindo sua raiva para "Ele"

[...continua...]

~ próximo capítulo 31/01/2013 ~


- NETOIN! Mais! -


Um pouco sobre o autor do NETOIN! Mais!
Carlírio Neto
Carlírio Neto, uma pessoa que aprecia as coisas mais simples que a vida pode oferecer. Gosta das culturas japonesa, brasileira e latino-americana. Aprecia passeios e uma boa leitura. Gosta de lançar seus contos e histórias para o mundo ver e, quem saber, poder algo delas publicar algum dia. Prazer em conhecê-lo, nobre visitante.

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Uma Jornada pelo Item Maravilhoso [Capítulo #16]

A chamada continua...

[capítulo anterior: aqui]

As lágrimas da Erica parecem ter comovido a Bynha e a Lady A, que estavam próximas à ela. Entretanto, o Dighin parecia estar preocupado com outras coisas. Para ele, em pensamento, uma guerreira que se preze deveria abandonar os seus sentimentalismos humanos e apenas lutar. Mas por alguma razão ele preferiu nada dizer à jovem estrangeira, enquanto a  mesma era prontamente consolada pelas suas duas amigas.

Não havia nada de errado, enfaticamente falando. Mas pairou um tipo de aura negra no ar. Maiores comentários não eram muito necessários, contudo as outras três pessoas que estavam lá no fundo começaram uma conversa entre elas. No caso, o Lukurin tomou a palavra.

- Ei, Hakerin, você imagina o que aquele povo está conversando na mesa?
- Não sei, Lukurin. Você sabe muito bem que o Dighin sempre foi de falar baixo e muito reservado. Ele não ergueria a própria voz por mais que alguém merecesse...
- Hum... Você pode estar certa. Mas algo me incomoda...
- Está pensando em algo importante, Lukurin? O que você está tramando aí?
- Tramando nada... Me refiro aquela menina ali, que não parou de encarar o nosso chefe e agora está chorando na frente dele.
- Agora que você mencionou... Que menina estranha... E as outras duas estão consolando ela sabe-se lá porque...
- Hum... Seriam problemas estomacais?
- O quê? Problemas estomacais? Como assim, Lukurin? - perguntou espantada a Hakerin para ele
- Vai ver ela não estava se aguentando e peidou na frente do nosso chefe e... - a seriedade do Lukurin foi interrompida por uma bolsada em sua testa - Oucchhhh!!!!

Quem executou a ação foi a Jessyn, que não aguentava mais ouvir tanta bobagem de seu amigo.

- Aff! - suspirou a Jessyn, que depois continuou - Como você pode falar tanta besteira assim, Lukurin? Sinceramente você, viu...
- Ouccchhhh - reclamou o Lukurin, que continuou - Isso doeu, só para você ficar ciente disto...
- Mas era para doer! Humpf!
- Mundo cruel... - murmurou o Lukurin

Neste momento, o telecomunicador de última geração (mas também sem wi-fi) da Jessyn tocou e ela atendeu. Logo após, o semblante da moça era de extremo pavor. Ela ficou pálida e correu na direção da mesa.

- Chefe! Chhheeefffffffffffeeeeeeeeee!!! - berrava a Jessyn
- O que houve agora, Jessyn? Você sabe muito bem que não gosto de falta de educação assim e...
- Deixa o sermão para depois! Acabei de ser informada que "Ele"está subindo aqui!
- Não é possível... Não agora... - e abaixou a cabeça o Dighin

Preocupada, a Erica o questionou...

- Desculpe, mas quem está se aproximando?
- "Ele", o grande intérprete. Um dos líderes do grupo rival... Está vindo aqui para acertar contas...
- Quem é esse "Ele"?
- Você e as demais logo descobrirão quem é... - o Dighin pausou sua fala e olhou fixadamente para o Lukurin - Lukurin!!!! - gritou o Dighin
- Diga, chefe!
- Vá até a porta e recepcione adequadamente nosso ilustre convidado... Sabe... Pois é "Ele".
- Sim, senhor!

Nisto, o Lukurin tirou um bastão similar a um taco de beisebol forrado por pregos de trás da poltrona. Havia algo escrito no bastão: "para recepcionar um bom amigo, use sempre isto".

Os passos detrás da porta aumentavam em grande velocidade e força. Até que, em dado momento, três socos na porta puderam ser ouvidos com total esplendor.

[~blam! ~blam! ~blam!]

Eram verdadeiras porradas na porta. Após elas, o Dighin se levantou de onde estava sentado e ficou de pé, olhando para o Lukurin e para a porta. A Jessyn e a Hakerin estavam abraçadas em um canto da sala, morrendo de medo. Na outra extremidade do lugar, próximo à mesa, estavam a Lady A, a Erica e a Bynha, apenas olhando com seriedade para o Dighin.

- Seja bem-vindo meu caro amigo!!!!! - gritou o Lukurin ao abrir a porta, com o bastão devidamente preparado para o grande movimento

Entretanto, logo após abrir a porta tudo que o Lukurin fez foi ficar parado. Pois à frente dele estava "Ele", que prontamente segurou o bastão e disse para o rapaz à sua frente...

- Eu sou o maior dos homens deste mundo. Eu sou quem caça, come a caça e cospe os ossos da caça no chão!

Após dizer isso, "Ele" apenas empurrou levemente o Lukurin que ainda estava paralisado. Um olhar torto na direção do Dighin deu o prenúncio da encrenca que estava por se iniciar naquele lugar.

- E então, Dighin? - disse "Ele" ao estalar os dedos das mãos - Vamos continuar com o nosso acerto de contas ou não?
- Claro que sim! - respondeu com seriedade o Dighin

Erica, Lady A e Bynha estavam perplexas coma visão de "Ele" na frente delas...

- Ele é alto... - disse a Erica
- Ele é forte... - disse a Lady A
- hehehehehe... Ele é fofo como um urso de pelúcia!!! Quero abraçar ele!!!! - disse a Bynha

[... continua...]

~ próximo capítulo em 28/01/2014 ~

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Um pouco sobre o autor do NETOIN! Mais!
Carlírio Neto
Carlírio Neto, uma pessoa que aprecia as coisas mais simples que a vida pode oferecer. Gosta das culturas japonesa, brasileira e latino-americana. Aprecia passeios e uma boa leitura. Gosta de lançar seus contos e histórias para o mundo ver e, quem saber, poder algo delas publicar algum dia. Prazer em conhecê-lo, nobre visitante.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Uma Jornada pelo Item Maravilhoso [Capítulo #15]

A chamada em ação!

[capítulo anterior: aqui]

O aparente chefe do local, Dighin, havia deixado a Erica e a Bynha estarrecidas pela curiosidade do momento. Até porque uma revelação seria ali feita. E com toda a calma do mundo, o rapaz olhou bem para a face das duas convidadas em sua mesa e exclamou...

- O grupo se chama [...]. - disse com franqueza o Dighin
- Como? Não entendi o nome... - respondeu a Erica para ele
- Falei baixinho de propósito, pois é um nome que não costumamos falar muito por aqui.
- E qual a razão disto? - retrucou a Erica
- Hum... Digamos que existem algumas incompatibilidades entre os nossos grupos. Há coisas que precisam ser vistas com calma... Entretanto, estou ciente do que ocorreu nas proximidades da casa da Bynha.
- E como você sabe, já que não tem wi-fi por aqui?
- Sei porque um homem chamado Pigmorim esteve aqui dias atrás e nos contou tudo.
- Whaaaaa!!!! - respondeu boquiaberta a Bynha
- Certo... Então me diga, Dighin... Como você planeja nos ajudar? - perguntou com seriedade a Erica
- Você precisa aprender um pouco mais de magia para expandir seus golpes, jovem estrangeira. Mas este tipo de ensinamento, como você notou na vez anterior, só lhe é possível mediante alguma ocorrência séria, não é mesmo?

A Erica ficou pensativa, com a cabeça baixa, enquanto a Bynha lhe acalmava com alguns afagos. O Dighin prosseguiu com as suas palavras.

- Vivemos em um mundo no qual a distância entre o certo e o errado é tão pequena quanto o doce e o azedo, Erica. Se penso ter entendido bem o que Pigmorim me contou, a Lady A passou por um belo apuro para você aprender seu primeiro grande golpe, não foi mesmo?
- É... M-mas... E-eu...

Ao ouvir seu nome, a Lady A saiu correndo da poltrona onde estava e foi direto para a mesa, no intuito de questionar o rapaz à frente dela.

- Ei! Veja lá como você fala as coisas para Erica! Não é porque tu tem fama e tal que acha que pode dizer o que quer assim e... - a Lady A foi interrompida de forma ríspida pelo Dighin
- Posso lhe pedir para ficar quieta por um instante?
- Grrrr... Ora... Ora... E-eu deveria... - a Lady A observou com raiva a expressão facial do Dighin, mas permitiu que ele continuasse à falar. E assim prosseguiu...
- Não é segredo para ninguém o que aconteceu dias atrás com vocês, Erica e Lady A. E até mesmo com a Bynha. Falar que vocês não sofreram é ridículo, não acham?
- Certo... Mas você não acha que a Erica já está conturbada o bastante, ao ponto de não ser necessário jogar tudo isso na face dela agora? - questionou a Lady A para o Dighin
- Não acho.
- Como é? Seu!!!!!!!
- Por favor, já falei para se manter calma. Não sabia que isto era tão difícil para você, Lady A...
- Grrr...
- Vou repetir que, para a Erica aprender as magias e golpes de que precisa, algo ruim tem de acontecer em troca. E este é um fato crucial à ser observado. Meu medo, na verdade, está sobre o que deverá acontecer à seguir para que a Erica aprenda o que precisa, tendo em vista que o emocional dela poderá se abalar muito com certas verdades...

Nisto a Erica interrompe o Dighin...

- Eu sei o que se passa aqui, mas não quero ver ninguém se machucando por minha causa, nunca mais!

E a Erica se colocou à chorar...

~ próximo capítulo: 24/01/2013 ~

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Carlírio Neto, uma pessoa que aprecia as coisas mais simples que a vida pode oferecer. Gosta das culturas japonesa, brasileira e latino-americana. Aprecia passeios e uma boa leitura. Gosta de lançar seus contos e histórias para o mundo ver e, quem saber, poder algo delas publicar algum dia. Prazer em conhecê-lo, nobre visitante.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Uma Jornada pelo Item Maravilhoso [Capítulo #14]

A chamada oficial...

[capítulo anterior: aqui]

Em frente aquela edificação, estando rodeados de inúmeros fãs, "O Mais Popular" começava a ficar angustiado com o olhar que a Erica direcionava para ele, de forma direta e nítida. Era um certo desconforto para o rapaz. Por sua vez, a simpática Bynha estava mais preocupada em resolver logo a situação quanto à participação no grande concurso do que qualquer outra coisa...

Com isso em mente, a simpática criatura não exitou em cutucar "O Mais Popular" de leve...

- Oi! Oi! Oiêêêêêê!
- Hã? O que foi, pequenina?
- Você é aquele conhecido como "O Mais Popular", não é mesmo?
- Sim, sou eu... Por que a pergunta?
- Bom, é que quer saber quanto ao concurso. Eu vou participar no lugar da minha amiga que você está cortejando agora...
- O quê? - "O Mais Popular" ficou vermelho e prosseguiu - Não estou cortejando ninguém! Você não notou ainda que ela é quem não tirou os olhares de mim?

Nisto a Bynha olhou rapidamente para Erica. Depois de alguns segundos, ela voltou à conversar com "O Mais Popular".

- Hum... Acho que ela está enfeitiçada. Isso mesmo...
- O que você quer dizer com enfeitiçada, pequenina?
- Ela está gostando de você...
- ~gulp! ~gulp! ~gulp!
- O que foi, "O Mais Popular"?
- Nada... São apenas... Soluços... Somente isso...
- Ah tá... - a Bynha sorriu infantilmente e depois prosseguiu - E sobre o concurso?
- Hum... Na verdade não haverá concurso algum.
- Como assim?

Nisto, "O Mais Popular" usou de seu grande poder para teleportar ele, a Bynha, a Erica e os outros quatro que estavam brigando metros à frente dali (Hakerin, Lukurin, Lady A e Jessyn) para algum lugar dentro da edificação.

[~puzzzzuuuutttt...]

Os sete apareceram dentro do vasto escritório pertencente ao "O Mais Popular". Estranhamente ele, a Erica e a Bynha chegaram tranquilamente. Inclusive, "O Mais Popular" estava sentado em sua sofisticada poltrona de pele de formigas gigantes que viviam, tempos atrás, em um deserto próximo dali. A Bynha e a Erica (que já não olhava mais fixadamente para o seu alvo como antes) estavam em outras cadeiras, de frente à mesa do mandatário do lugar.

Entretanto, perto das poltronas dos hóspedes, o Lukurin acabou caindo com toda a força no chão. Na sequência caíram em cima dele a Lady A, a Hakerin e, por último, a Jessyn.

- Ooouuuucccchhhhh!

Eis o grito que os quatro soltaram ao mesmo tempo, sem haver tempo para maiores lamentações além desta. Mas é claro que o Lukurin não ia perder a chance de alfinetar o pessoal.

- Aff... Vocês três estão comendo doces demais e...

Nisto a Hakerin, a Lady A e a Jessyn olharam com todo o requinte de crueldade do mundo para o Lukurin, que sabia de sua situação, ao ponto de vendas os próprios olhos com um lenço branco e de prosseguir com a seguinte frase...

- Estou pronto para o meu castigo... ~gulp!
- Yyyyyaaaaaaaaa!!!!!! - gritaram e correram para cima dele ao mesmo tempo a Hakerin, a Lady A e a Jessyn

Enquanto as desavenças iam ocorrendo entre os quatro (com os olhares abismados da Bynha para eles), "O Mais Popular" deu início aos seus trabalhos.

- Jovem estrangeira, o seu nome é Erica, não estou certo?

A Erica demorou para responder, pois sua face corada indicava que ela havia realmente se interessado pelo rapaz à sua frente.

- Sim, me chamo Erica.
- Prazer, Erica. Sou "O Mais Popular". Contudo, tenho um nome próprio e eu gostaria que você me chamasse por tal daqui em diante.
- Qual o seu nome?
- Dighin.
- Dighin? É um bonito nome, sabia? - a Erica sorriu timidamente e prosseguiu - Peço desculpa pelos inconvenientes e...
- Inconvenientes? Esqueça isso. Parece que existem mais pessoas interessadas em destruir o Lord por aqui, não é mesmo?
- Sim!
- Bom, eu quero lhe oferecer a minha ajuda, Erica. Mas para isso vocês terão que ficar por aqui três dias.
- Por quê isso, Dighin?
- À princípio, meus súditos não poderão conter um ataque potente de uma ameaça que se aproxima.
- Ameaça? Uma além do Lord?
- Na verdade, é de alguém da cidade vizinha... Alguém que quer guerrear conosco por causa de audiência televisiva, mesmo não tendo antenas de sinal wi-fi por aqui...
- Quem estaria por atacar a nós?
- O alto grupo denominado...

[...continua]

~ próximo capítulo em 21/01/2014 ~

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sábado, 4 de janeiro de 2014

"Devaneios Mentais..." - Um conto para se emocionar...

Praça do Japão, Curitiba/PR - Foto tirada em 13/08/2013
- Por: Carlírio Neto - 

Saudações, visitante.

Este é o primeiro post do ano no blog NETOIN! Mais!. Passadas as festividades e demais ações que se fizeram realizar, é chegando o momento de se preparar para mais um corrido ano.

E neste momento trago, para você, um conto pessoal cuja temática está na dita compreensão. Não se fará qui estabelecer uma crença sobre valores ou mitos, mas sim constatar sobre até aonde a dor interna pode ser benéfica, ou não, para uma pessoa.

À partir deste momento você está convidado para ler o conto "Devaneios Mentais...", que busca trabalhar a temática acima descrita. O mesmo é bem curto, mas a aproximação de tal texto para o debate e a troca de ideias está imensuravelmente presente no mesmo.

Este conto possui uma sugestão de ambiente. Trata-se de uma música para você escutar enquanto lê o presente trabalho. Dito isto, seguem-se abaixo as instruções básicas para leitura online e download da obra.

Nobre visitante, tenha uma boa leitura!

"Devaneios Mentais...", por Carlírio Neto
Formato: *pdf - Tamanho: 144KB


Sugestão de ambiente para a leitura do conto:

Até a próxima!

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Posted on sábado, janeiro 04, 2014 | Categories: ,

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O blog está presente desde 27 de fevereiro de 2008.

E esta é a quinta alteração de template dele, datada de
18 de outubro de 2013.

(a última foi em 16 de dezembro de 2012)

- Grato pela visita -



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