terça-feira, 29 de outubro de 2013

Uma Jornada pelo Item Maravilhoso [Capítulo #2]

A grande chamada...

[ Capítulo anterior: aqui ]

#2 - Revelações e um novo aliado!

Entusiasmada com a pergunta de sua convidada, a Bynha resolveu não perder tempo com muitos rodeios e foi direta ao ponto.

-V-ocê tem a sensatez que falta para muitos aqui... O povo do nosso mundo não tem muitas esperanças mais. Poucas pessoas se uniram a mim na batalha contra o temível Lord. Lady A é uma delas... E você tem a força interior para fazer com que o poder máximo do item precioso seja emanado.
-E o que é este item precioso?
-Um tipo de pedra filosofal, mas que não transforma em ouro a nada. Ao tocar nesta pedra, instantaneamente o que você estiver pensando se tornará realidade, independente do que você tiver na cabeça no momento.
-E se eu não estiver pensando em nada?
-Nada ocorrerá. Simples, não? - e Bynha respondeu sorrindo a sua convidada

Um tanto quanto sem jeito com a resposta que tivera de sua anfitriã, a Erica ficou pensativa. Como já lera muitos livros com temáticas supostamente similares a esta, ela foi direto ao ponto...

-Tá, Bynha. Mas se eu aceitar ajudar vocês e chegar a encontrar este item eu poderei tocar nele e realizar o desejo que eu quiser?
-Siiimmmmmm! - a Bynha respondeu alegre e saltitante - Esta é a minha ideia. O pessoal aqui é muito desacreditado. Então pensei em trazer alguém de outro mundo para realizar esta missão, ou melhor, nos ajudar...
-Então, tudo que você quer é que o Lord não faça o pedido?
-Isso! Você fazendo o pedido já estará ótimo – Bynha respondeu tomando aquela limonada ainda...

A Erica nada respondeu de imediato. Estava pensativa ainda, contrastando com o olhar cativante da Bynha para cima dela. Até que a campainha ressoou...

“Dongo! Dongo! Dongo! Dongolonpa!”
Este era o som emitido pela campainha, o que fez a Erica ponderar muito sobre o que realmente ela estava fazendo ali.

-Ah, licença Erica. Mas um grande amigo acabou de chegar... E ele irá com a gente nesta jornada, não é fabuloso?
-E quem seria este amigo seu?
-Calma, você verá... - respondeu sorrindo a Bynha para a sua convidada

Em meio a um silêncio incomum e inesperado, um grito poderoso se fez entoar por parte da Bynha...

-O que há com você? - gritou a Bynha ao longe, mas com certa força na voz, o bastante para atiçar a curiosidade da Erica
-Eu não estou bem... - respondeu o recém-chegado
-Entre, homem dos céus! Tu não tá legal...

Passos puderam ser escutados. Abraçado à Bynha estava o recém-chegado naquele humilde lugar. A Erica olhou cuidadosamente para o outro ser que, ao ver a garota cumprimentou-a.

-Olá! - disse o recém-chegado para a Erica
-Oi... – respondeu a ele a menina terráquea

A Bynha ficou encarando os dois se cumprimentarem de tão fria maneira e interviu apropriadamente...

-Ah, este aqui é o Pigmorin. Ele é o pai dos servos Ringo que lutaram bravamente contra as forças de Lord em um passado não muito distante. - disse a Bynha que, depois, se virou para o recém-chegado - Amigo, o nome da garota é Erica e ela veio de outro mundo para nos ajudar...
-Ohhh... - respondeu a Erica com expressão de dúvida na face

Nisto, o Pigmorin tomou a palavra...

-Eu não pude contra tantas Azalmas. O Lord é um ser terrível...
-Conte mais... - disse Erica, muito curiosa
-Aham! - sussurrou Pigmorin – O Lord tomou conta de meu território em poucos instantes, com aquela pouca fala dele e o uso descomunal do poder das Azalmas que ele tem...

A Bynha só observava a conversa se desenrolar, tomando aquela limonada esperta e caprichada. O Pigmorin continuou seu relato para a Erica.

-Lord não está interessado em nós. Ele só quer p bendito item precioso. Aquele corno miserável... -Ele não tem escrúpulos. Sempre com aquelas palavras bonitinhas e escondendo o seu “real eu”... Me sinto enojado...
-Tá, ok... Mas por que esse tal de Lord atacou seu território?
-Porque havia alguém do meu território que poderia acabar com os planos dele. Uma doce e gentil donzela (aham!) que, muito embora não tivesse pernas e pés, sabia dar ótimas sapatadas nos ideais daquele corno...
-Vocês são mesmo estranhos... Mas não entendo... O que esse Lord tanto quer?
-Ele nos quer ver tão infelizes quanto ele mesmo é. Só isso. Ele não possui doçura no corpo e no coração. Não quer buscar a felicidade. Quer apenas ver os demais sofrendo igual a ele... Maldito corno...

Nisto a Bynha se intrometeu na conversa...

-Por isso você tem que nos ajudar, Erica! Poooorrrr faaaavvvooorrrrr!!! - esbravejou a Bynha
-E-eu... - respondeu com voz baixa a Erica

Nisto a bola de cristal de última geração começou a tremer sobre a mesa... Uma voz clamando por ajuda (cantando na verdade) pôde ser ouvida plenamente...

-Bynha! Oh, amiga Bynha...
-Lady A! Fala criatura dos céus!!!
-O Lord está perto daqui... Está a minha caça, com certeza... Parece que ele descobriu o segredo para fazer com que o poder do item venha à tona...
-Não acredito que ele descobriu isso!!!!
-Sim... Eu conheço aquela música que pode fazer o item exibir todo o poder que tem... E agora? Cadê a tal humana da Terra que tu disse que traria? Precisamos dela mais do que nunca!

A Bynha e o Pigmorin olharam para a Erica que, embora pensativa, ergueu a sua cabeça e resolveu responder de uma vez o que achava daquilo tudo...

~ próximo capítulo em 05/11/2013 ~

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sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Ferimento Cruel [Capítulo #2] - Sem necessidade para pânicos...

Uma imagem...

[capítulo anterior: aqui]

A Sandra estava muito chateada. Possessa consigo mesma. Havia perdido o ônibus por causa de uma bolsa e, como nunca havia se atrasado antes, estava imaginando que seria demitida ou algo assim se tentasse chegar depois ao trabalho. Inocente em sua forma de agir, a moça preferiu dar meia volta e seguir para seu modesto apartamento.

Antes disto, a Sandra fez questão de passar em uma panificadora. Comprou um mousse de morango, cinco pães franceses e dois litros de leite. Após ter feito a compra, ela começou a caminhar lentamente para a sua casa, como se tudo estivesse bem naquele dia um pouco nublado em Curitiba.

Mas nada estava bem, pois ela havia esquecido de algo importante...

Por poucos minutos, havia saído da mente dela a questão de que a própria estava, pela primeira vez em sua vida, faltando ao trabalho. Quando tal pensamento veio à tona, estando ela com uma estranha bolsa em um de seus braços e as compras da panificadora no outro, a Sandra começou a ficar pálida. Não havia ficado doente, mas sim receosa.

Dentre as mais diferentes questões que surgiam na mente da moça, estava a possível demissão de seu trabalho no dia seguinte. Seu temor era tão gritante que ela nem se deu conta de que poderia ter ligado para a empresa, no intuito de explicar o porque de não ter ido para lá naquela manhã.  A jovem preferiu abaixar a cabeça e continuar se lamentando, em sua mente, por não ter esperado um outro ônibus e ido ao trabalho ainda assim...

Ela chegou em seu apartamento, largando a estranha bolsa preta de um lado e as compras da panificadora em cima da mesa.

A Sandra estava tão inteirada com seus próprios devaneios mentais, que acabara se esquecendo de um fator crucial. Sim, o motivo pelo qual ela havia perdido o ônibus e, em consequência disto, não ter ido para a empresa exercer as suas atividades diárias. Aliás, ela estava tão atônita no momento que, em sua cabeça, o mais básico não lhe era compreendido.

Ela resolver checar as compras da panificadora. Deu uma olhada nos bolsos de sua calça jeans. E então ela notou a bolsa preta na cama. Se lembrara que, após ter visto o que tinha lá dentro, acabou perdendo o seu precioso ônibus naquela manhã. Começou a se sentir chocada consigo mesma, até porque um fato crucial havia sido deixado de lado e isto não poderia ter ocorrido.

Esta moça, a Sandra, havia esquecido o que tinha dentro daquela bolsa...

Sentou-se na cama. Virou para a bolsa. Pegou-a no colo. Abriu a dita uma vez mais para, no recinto de seu aparatamento, poder entrar em franco desespero. Isto porque, dentro daquela bolsa, havia um maço com três mil Reais ao todo, formado por cédulas de cinquenta Reais.

Na face da jovem Sandra, muito suor. Em sua mente pairava a dúvida sobre o que fazer com aquele dinheiro...

~ continua na sexta-feira, 01/11/2013 ~

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terça-feira, 22 de outubro de 2013

Uma Jornada pelo Item Maravilhoso [Capítulo #1]

A grande chamada...

Olá, amigo visitante!

Mais uma série inicia-se aqui no NETOIN! Mais!. A protagonista da história tem nome e estilo próprio. Trata-se da pequena Erica, personagem esta que já apareceu em outras oportunidades nesta humilde casa na internet.

Caso não a conheça, saiba que tal personagem é uma jovem com treze anos de idade que, diferente de outros adolescentes de sua faixa etária, possui um comportamento muito recluso. Trata-se de uma jovem que adora sonhar, sempre depois de uma boa leitura.

E eis que, uma vez mais, enlaces do mundo real a levarão à ler um livro e com base nele sonhar algo bem estranho, por assim dizer...

Aventure-se em: "Uma Jornada pelo Item Maravilhoso!"

#1 - A chegada no estranho mundo...

Tinha sido mais um dia difícil para a pequena Erica. Como se não bastasse o fato de ser mal vistas por colegas de escola e familiares (em razão de seu comportamento restrito e incomum), a garota ainda tinha que lidar com o seu costume de ficar sempre a par daquilo que acontecia no mundo todo.

Sim, ela era uma jovem muito diferente da maioria, pois gostava de noticiários. Na internet ficava à vasculhar inúmeros sites de informações sobre os mais diversos temas, mas um tópico em especial era o de maior impacto para a Erica. O mesmo dizia respeito aos conflitos armados que, cedo ou tarde, poder fazer com que o planeta Terra se torne um lugar ainda mais difícil de se viver.

Obcecada pela História Geral, a pequena garota gostaria de algo poder fazer sobre tais situações que se espalhavam por todo o mundo. Indiferente sobre os que os outros pensam deste seu antigo sonho, a Erica queria poder fazer alguma diferença quando se tornasse adulta.

Mas o que? Para quem? E com quem (pois ela já sabia que sozinha pouco poderia fazer)? Difícil para a Erica mensurar tudo isto com os seus treze anos de idade...

Amante compulsiva da boa prática da leitura, a Erica se permitiu desfrutar de uma antiga publicação que pegou emprestada da biblioteca de sua escola. O nome do livro era “O Item Precioso”, e contava a história de um estranho ser em busca do mais raro poder que existia no universo, capaz de conceder ao seu usuário o dom de pedir o que bem quisesse e, assim, realizar praticamente todo e qualquer desejo que tivesse.

Muito embora tal livro soasse infantil (mesmo sob os olhares da Erica), a garota ia se sentindo parte da história a cada página que lia. Entre as mais diferentes aventuras e ensinamentos nunca antes pensados existir em tal publicação, a Erica se permitia imaginar muitas das cenas que se faziam mensurar naquelas palavras.

- Puxa, se existisse algo assim no mundo real... Eu correria atrás... Eu faria a diferença... - Disse Erica para si mesma, salientando seu anseio de ver tal item na sua frente e, com o poder do mesmo, realizar seus desejos.

Entretanto, a Erica tinha o costume de sempre entrar em um tipo de transe ao ler um livro interessante. Esta chamada pode ser melhor entendida com ela pegando em um profundo e sereno sono. Desta forma, a garota deitou-se em sua cama, abraçada a este antigo livro e pronta para ter algum sonho, que lhe viesse a dar alguma ideia sobre como ela poderia fazer a diferença em seu futuro.

A garota estava a dormir... Profundamente...

No meio da noite, a Erica resolveu se levantar. Ela tinha o costume de ir tomar um pouco de água durante a madrugada. Seu relógio biológico funcionava muito bem, inclusive para momentos como este. Entretanto, algo estava muito diferente quando os olhos ela abriu.

A garota estava em uma cama de palha. Ao seu redor, paredes que mais pareciam de uma casa construída de pau-a-pique. Um raio de Sol entrava no recinto por uma pequena janela, ou assim a Erica entendia ser aquele buraco fincado na parede. Ela estava amedrontada, mas não se permitia isso demonstrar. Mas uma estranha voz ao fundo a garota começou a escutar...

- Maldição! Foram Azalma! Certeza que foram elas... Mal-di-ção!!!

Após ter escutado tão enigmática frase, a garota se permitiu levantar da cama onde estava e, lentamente, caminhou até a porta do quarto onde estava. Ao colocar seu rosto para fora (em um movimento deveras lento e cuidadoso), ela continuou a escutar aquela estranha pessoa...

-Mas eu não entendo! A Azalma era parte integrante daquele esquema todo... Maldito seja aquele Lord corrupto, insano, nojento, profano... Um grande corno, é isso que ele é!

A Erica se permitiu assustar após tal fala escutar e, sem hesitar, um grito singelo se pôs a entoar...

-Creeeeddddddooooo!!!

A orelha daquela pessoa tremeu na mesma hora e, virando-se para trás, olhou para a Erica e disse...

-Ah! Você acordou. Lhe assustei?
-Sim! E muito... - respondeu a Erica que, na sequência, perguntou sem demora - Quem é você? Aonde eu estou?
-Você está em minha morada. Não é bonitinha? - sorriu a estranha pessoa, que depois continuou a falar – Me chamo Bynha. Gostou da minha cauda?

A Erica olhou perplexa para a Bynha e notou aquilo balançar enquanto a anfitriã do lugar falava...

-Você tá confusa, né? Não se espante. Eu estava conversando com outra pessoa com a última palavra em tecnologia deste mundo, que é isto aqui! - e Bynha mostrara para a Erica um tipo de bola de cristal (sem ser de cristal) com uma antena (?) para recepção de sinal – Eu estava falando com Lady A, que é uma antiga companheira minha... E... Hã... Qual é o seu nome, garotinha?
-M-me chamo Erica... E você tem um rabo! Como pode isso?
-Ah, mas aqui neste mundo é comum as pessoas terem rabo e... Isso não é importante agora... - começou a mudar de assunto – Erica, fui eu quem lhe trouxe para cá. Eu lhe chamei para este mundo para você nos ajudar... Por favor!!!!!!!
-Mas nem sei porque estou aqui... E quem é este tal de Azalma? E... E...

A Erica começou a olhar estranhamente para Bynha pois ela estava predizendo ditos mágicos para fazer aparecer uma jarra de limonada (!?) em sua frente.

-Aceita limonada? - perguntou sorrindo a Bynha para Erica
-Sim...
-Então... Azalma é o poder do ser maligno que está a procura do utem mais valioso de nosso mundo. Se este item cair nas mãos dele, teremos sérios problemas!!!! Ele vai dominar o mundo! Lord vai colocar mais Azalmas no mundo! Vai fazer todo mundo (incluindo Lady A) cantar músicas sem graça e sem sem sentido para fazer todos dormirem! A desgraça abaterá em nosso mundo!!!!!
-Mas, vocês não podiam resolver isso sozinhos? Digo, sem me chamar?
-Não porque a história tem que ter uma ponta de clichê e por isso lhe chamei aqui. Conveniente, não? - disse Bynha para Erica, sorrindo e fazendo pose de gente fina para a sua convidada

A Erica se sentiu desacorçoada, e se limitou a levar sua mão direita à testa e acenar negativamente com a cabeça baixa. Após isso, ela questionou a anfitriã (que estava com cara triste após ver a expressão de sua convidada).

-Tá... Por que eu fui chamada? O que eu, uma garotinha comum que cursa o ensino médio em um País da Terra chamado Brasil, posso fazer?

~ próximo capítulo em 29/10/2013 ~

- NETOIN! Mais!

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Ferimento Cruel [Capítulo #1] - Prerrogativa da dúvida...

Uma imagem...

A pessoa acordara muito cedo. Cinco horas da manhã e uma balhureira infernal se fazia presente na rua que ficava de frente para o modesto apartamento de Sandra. Uma mulher que tinha vindo do interior tentar a vida na pujante capital após o falecimento de seus pais. Ela havia passado por tantos infortúnios e obstáculos desde que havia chegado à Curitiba que, para ela, poucas coisas poderiam soar como novidade.

Seu percurso rotineiro seguia o traçado contrário da maioria das pessoas, pois ela morava na capital e ia trabalhar na região metropolitana. Como o local que ela laborava não tinha integração com o sistema de transporte local, então ela tinha de pegar dois ônibus para ir ao trabalho e outros dois para voltar. Levando em consideração que seu horário de trabalho era das oito da manhã às cinco da tarde (de segunda à sexta), a Sandra tinha de acordar assim cedo para poder se arrumar como deveria.

Ela era auxiliar de escritório em um escritório contábil de médio porte.

A Sandra sabe que havia contado com a sorte para ter arranjado emprego tão rapidamente, visto que ela tem sete meses de residência na capital e trabalha em tal escritório há quase meio ano. Ela não foi apadrinhada, mas contou com a ajuda de uma pessoa que conhecera na região para conseguir o serviço. Sem entrar nos méritos sobre de onde ela veio ou o que realmente queria, a Sandra estava se preparando para ingressar em mais uma jornada para o seu trabalho.

Tomar café rápido não era algo incomum para ela. Torrada para comer, seguindo o seu costume. Calça jeans, camisa social e o salto aberto que sempre a acompanhava. Brinco curto. Maquiagem ultra leve (ela não gostava de exagerar nisto). E lá seguia Sandra, às cinco e trinta e cinco da manhã, na direção do ponto de ônibus.

Parecia que tudo seguiria por uma normalidade calma e tranquila.

Pouco à pouco o céu clareava e a Sandra começava a bater o pé no chão, nervosa com a demora do coletivo (o primeiro ainda, visto que ela desceria em um terminal aberto do centro e embarcaria em outro ônibus). Mas algo chamou a sua atenção. Ela estava sozinha no ponto (como de costume) e jamais havia notado um certo item ao lado do ponto.

Uma bolsa preta, muito simples e de pequeno tamanho.

Como o ônibus ainda não havia aparecido, a Sandra resolveu chegar até tal bolsa e pegá-la. A curiosidade era muito grande. Ela abriu tal item, após sacudi-lo e ter escutado um leve barulho. Talvez ela não devesse ter aberto tal bolsa, pois pouco faltou para ela pular para trás...

A Sandra gritou de susto, deu um pulo para trás e, neste meio tempo, o ônibus acabara de passar sem ela levar...

~ continua na sexta-feira, 25/10/2013 ~

- NETOIN! Mais! -

NETOIN! Mais!



O blog está presente desde 27 de fevereiro de 2008.

E esta é a quinta alteração de template dele, datada de
18 de outubro de 2013.

(a última foi em 16 de dezembro de 2012)

- Grato pela visita -



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