domingo, 18 de maio de 2008

Um video-game que, ao mesmo tempo, é revolucionário e nostálgico...

O Dismac, uma das muitas variantes do Atari no Brasil, em razão das leis vigentes
no início dos anos 80. Quantas saudades deste video-game...


Dificilmente alguém nunca ouviu falar sobre o Atari ( que no Brasil teve muitas "ramificações", como o Dactar e o Dismac ). Ele foi o precursor da paixão de muitos pelos games eletrônicos. Bom, quem nunca viu um NES em sua frente ( e seus "alternativos", como o Family Video Computer System e o Phantom System ), e sua diversão garantida com jogos do naipe de Super Mario Bros 3, não sabe o que perdeu...

A geração 16-bits também deixou saudades. A guerra constante da época era travada entre a Sega ( com o Genesis, e depois o Mega Drive ), e a Nintendo ( com o SuperNES ). Nossa, realmente era uma época que vem com boas recordações à mente...

Agora você se pergunta: "Não seria legal se existisse um video-game compatível com tantas plataformas diferentes?". Muito bem, a resposta está logo à seguir...

Apresentando o Super Genintari

O Super Genintari, compatível com quatro plataformas diferentes.

Este é o Super Genintari, um video-game criado em casa ( literalmente ), por um fã das clássicas plataformas citadas anteriormente. Contudo, o trabalho mostrou ter saído muito bem. De acordo com o vídeo feito pelo criador desta obra, o Super Genintari aceita os cartuchos e controles do Atari, do NES, do Genesis e do SuperNES.

O aparelho é ligado através do seletor na forma do PacMan ( ao centro ), e depois o jogador deve selecionar a plataforma que será usada, apertando em um dos quatro botões localizados à direita do Super Genintari. Automaticamente, o aparelho começará a "rodar" o jogo da plataforma desejada. No caso do Atari, até o seletor de dificuldade está presente.

O idealizador do projeto conta no vídeo que, a grande vantagem deste aparelho ( um pouco mais largo do que um X-Box ) é a ausência de todos aqueles cabos e fios. Para exemplificar o fato, cada plataforma utilizava de uma fonte de alimentação diferente ( exceção no caso do NES e do SuperNES, que podiam utilizar o mesmo cabo de alimentação ).

As diferentes saídas de controles, inclusive com o seletor de jogador e
de dificuldade do Atari, acima à esquerda.


Utilizando-se de apenas um cabo áudio e vídeo comum, e uma fonte de alimentação, o Super Genintari mostrou cumprir muito bem o seu propósito. O interessante é que este aparelho não emula as plataformas referidas, mas trabalha com os hardwares originais das mesmas.

Objetivamente

A grande questão passa a ser sobre quem aceitaria financiar este projeto, uma vez que ele utiliza de quatro plataformas diferentes. E isto, de certa forma, não seria uma má idéia...

Além disso, hoje em dia as pessoas procuram sanar esta nostalgia utilizando-se de emuladores ( que possuem seus problemas... ).

No entanto, a idéia de um video-game assim parece ser muito atrativa e muito bem vinda. Quem sabe, se alguém aceitar o desafio de produzir este aparelho, o que poderá vir pela frente.

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Acesse aqui o site "Stupidfingers", que apresenta o projeto do Super Genintari.
Para ver o vídeo do aparelho,
clique aqui.

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